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Os economistas da Fecomercio-SP atribuem o resultado positivo à queda do nível de inadimplência e ao crescimento do faturamento no varejo, sinais de que os desdobramentos da crise financeira mundial afetam menos a economia brasileira. "Os empresários do setor varejista apostam em uma recuperação das vendas aos níveis anteriores aos da recessão global", explica o estatístico Flávio Leite. Os segmentos que abriram mais vagas no período foram vestuário, tecidos e calçados (5,7%), farmácias e perfumarias (4,7%) e materiais de construção (4,5%). A Fecomercio-SP também calculou o salário médio em agosto do funcionário do comércio varejista, que ficou em R$ 1.260. Flávio Leite alerta que, apesar do cenário favorável quanto à contratação, os salários médios nominais estão em tendência de queda desde julho de 2008, o que pode ser atribuído à rotatividade dos segmentos criada pela maior oferta de mão de obra. Em agosto de 2008, por exemplo, o salário médio era de R$ 1.317.

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