
Fora de uma perspectiva socialista, qualquer outro projeto nacional de desenvolvimento tem caráter burguês, ou capitalista, mesmo que liberto das políticas neoliberais que vigoraram durante os governos Collor e FHC. Aumentar as reservas internacionais em euros, regulamentar os investimentos de curto prazo e implantar outros programas de investimentos, além daqueles previstos no PAC, são todas medidas de cunho capitalista, por mais que alguns procurem dourar a pílula. O financiamento dos pequenos agricultores e o assentamento de milhares de trabalhadores sem-terra, na perspectiva de dobrar ou triplicar a produção de alimentos, nos próximos três anos, assim como os investimentos em infra-estrutura urbana e industrial, são parte de um programa de desenvolvimento condizente com a moldura capitalista. A vantagem dessas medidas é que elas podem ter a faculdade de recriar a força social dos trabalhadores assalariados, urbanos e rurais, o que, para o futuro, não é pouco.
Nessas condições, as medidas anti-crise reclamadas do governo Lula precisam centrar-se nos pontos chaves de manutenção do crescimento da economia brasileira. Isto é, controlar os capitais de curto prazo, cuja fuga ameaça liquidar as reservas em moedas estrangeiras; evitar o pânico, mantendo a liquidez do sistema financeiro nacional; ampliar o poder de compra do mercado doméstico, de modo a compensar as perdas do mercado externo; intensificar a produção de alimentos, com o assentamento ágil de centenas de milhares de lavradores sem terra, de modo a evitar a inflação e melhorar o poder de compra de amplas camadas da população; e evitar a quebra das empresas industriais e agrícolas, cujos mercados principais estão no exterior, de modo a impedir o crescimento do desemprego e a contração do mercado interno. Se o governo brasileiro conseguir realizar as medidas acima com eficácia, ele estará fazendo jus ao papel que o povo brasileiro, e o dos demais países, estão esperando dele na presente crise. Não é por acaso que o protocolo de Bush, na recente reunião do G20, teve que colocar os presidentes do Brasil e da China ladeando o presidente dos EUA. Escrito por Wladimir Pomar - Correio da Cidadania.
Palavra do Desabafo: O Governo Lula encontrou o Brasil em profunda dívida e todo a estrutura governamental desestruturada. O funcionalismo desmotivado, ineficiência nos Aeroportos, Portos, etc. Uma Mídia se posicionando para derrubar o presidente Lula desde o início de 2003. Sabemos que todas as conquistas sociais ainda são poucas e precisamos de mobilização da Sociedade. Nas próximas eleições não podemos nos dividir e deixar que os tucanos voltem a governar.
Blog da LOLA:
MOMENTO FILME DE TERROR
Janet Leigh vê a barata no box, e se mantém calma. Já a Lolinha...
MOMENTO FILME DE TERROR

Três semanas atrás... Terminei meu banho. Abri a porta do box. Peguei minha toalha. Fechei a porta do box.
E passei a me secar. Nada fora da rotina. É como sempre faço. Mas daí que vejo, andando pelo lado de fora do box, um vulto enorme e escuro. Torço para que seja uma lagartixa. Mas minha esperança dura milésimos de segundo, porque imediatamente eu vejo antenas, patas, sei lá, essas coisas horrendas que caracterizam o mais medonho dos bichos: uma barata. Mas não era uma barata qualquer. Era uma barata gigante, daquelas da era metozóica. Uma anomalia da natureza. O pai, mãe e avó de todas as baratas. Eu grito desesperada. A Janet Leigh em Psicose quando é atacada pelo Anthony Perkins de peruca é fichinha perto de mim. Mas eu não entro totalmente em pânico. Lembro de chamar o maridão e, ainda, de pedir pra trazer o inseticida (já sabendo que não dá pra dar uma chinelada no box). Ele demora. A barata se mexe. Ora ela ameaça subir e entrar por cima (porque o box não vai até o teto; veja foto), ora de entrar pelo meio. Eu não paro de gritar um minuto. A barata se movimenta mais ainda por causa dos meus berros.
Quando o maridão finalmente chega, ele não vê a barata. Típico! Ele nunca vê a barata. Eu só ouço patafá-patafá porque ele vê a barata bem quando ela tá se preparando pra dar o bote nele. A barata foge; ele consegue pegá-la. É o meu herói. Só aí eu páro de gritar. Leia na íntegra acessando o blog da LOLA.

Quando o maridão finalmente chega, ele não vê a barata. Típico! Ele nunca vê a barata. Eu só ouço patafá-patafá porque ele vê a barata bem quando ela tá se preparando pra dar o bote nele. A barata foge; ele consegue pegá-la. É o meu herói. Só aí eu páro de gritar. Leia na íntegra acessando o blog da LOLA.
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