
Fim da reeleição, um grave erro.
Pelas mãos de um deputado do PT, seu ex-líder e ex-presidente da Câmara dos deputados, João Paulo Cunha, volta à discussão na Comissão de Constituição e Justiça, um parecer que será votado na quarta-feira, segundo o presidente dessa comissão, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que trata do fim da reeleição, com mandatos de cinco anos para presidente, senador e deputado, governador, prefeito, deputado estadual e vereador, segundo se pode deduzir da proposta. Trata-se de um grave erro, não há nada que justifique o fim da reeleição, nem mesmo sua mácula de nascimento, o casuísmo para permitir a continuidade de FHC como presidente e as denúncias de compra de votos para a aprovação da emenda, denúncias com provas, que jamais foram examinadas pelo legislativo ou pelo judiciário e nem receberam do Ministério Público a prioridade que mereciam; isso apesar da publicidade dada na época ao rumoroso caso em determinados órgãos de imprensa.
Os argumentos contra a reeleição são, no mínimo, pueris: uso da máquina do governo, continuísmo de grupos políticos ou oligarquias, quando sabemos que esses problemas também existiam antes e continuarão a existir sem reeleição, que precisam ser combatidos com melhorias na legislação e na fiscalização das eleições, com uma reforma política que consolide a fidelidade partidária, o financiamento público e o voto em lista. Aprove o fim dos suplentes de senador, a cláusula de barreira e o fim das coligações proporcionais. O Brasil não precisa do fim da reeleição, uma das poucas mudanças institucionais que deram certo nos últimos anos, não há nenhum argumento de peso que justifique tal medida, só o modismo. O pior da proposta é que ao propor prorrogação de mandatos, traz à tona de novo o factóide do terceiro mandato e do, aí sim, risco de continuísmo, espúrio e inconstitucional. A prorrogação de mandato é uma medida que jamais terá apoio na sociedade e só serve para desgastar o poder legislativo. Isso sem falar no risco que o fim da reeleição permite de um acordo Serra-Aécio para 2010 e 2014, abrindo a possibilidade de uma chapa Serra-Aécio. Realmente, não dá para entender porque o PT insiste nessa tese.
Internado, José Alencar apresenta melhora, diz hospital
G1.com.br - O vice-presidente da República, José Alencar, de 76 anos, segue internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, e apresenta melhora, de acordo com boletim médico divulgado neste domingo (30). No sábado (29), ele sentiu fortes dores abdominais em ...
Obama anunciará nesta segunda-feira equipe de segurança nacional
AFP - WASHINGTON (AFP) — O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciará nesta segunda-feira a composição de sua equipe de segurança nacional, declarou neste domingo em um comunicado a equipe de transição. O nome de Hillary Clinton é o mais ...
O AMIGO DO DESABAFO TEM VOZ: Cheguei em casa, depois de 1 dia corrido e fui dar 1 olhada nas "manchetes" da imprensalao. Se eu fosse idiota - como eles gostariam q fosse - daria 1 tiro nos miolos, pelo q eles plantam, e qerem q assim seja. Inventam as 7 pragas do Egito, prometem o fim do mundo, avisam da hecatombe final, enfim, nao sei do q ou de qem falam, só sei q nao é prá mim, menos ainda de mim. Uns reportam as "previsoes dos bancos". Q bancos? Se nem eles mesmos se acreditam, de qual banco fala aqela manchete? Qual grau de qlqr coisa se dá prá esses q vivem dando "nota prá gráu de investimento", e dias depois ... qebram e ainda por cima nao vao prá cadeia? Sei lá. Parece q os jornaloes qerem mesmo nosso emprego, qerem ver todos nós no olho da rua, mesmo q á base de mentiras ... na marra mesmo. Inté, Murilo.
Não esqueça de acessar o blog do Saraiva 13: A Maior Fraude da História ou O QUE NÃO SE DIZ SOBRE A CRISE FINANCEIRA
Pelas mãos de um deputado do PT, seu ex-líder e ex-presidente da Câmara dos deputados, João Paulo Cunha, volta à discussão na Comissão de Constituição e Justiça, um parecer que será votado na quarta-feira, segundo o presidente dessa comissão, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que trata do fim da reeleição, com mandatos de cinco anos para presidente, senador e deputado, governador, prefeito, deputado estadual e vereador, segundo se pode deduzir da proposta. Trata-se de um grave erro, não há nada que justifique o fim da reeleição, nem mesmo sua mácula de nascimento, o casuísmo para permitir a continuidade de FHC como presidente e as denúncias de compra de votos para a aprovação da emenda, denúncias com provas, que jamais foram examinadas pelo legislativo ou pelo judiciário e nem receberam do Ministério Público a prioridade que mereciam; isso apesar da publicidade dada na época ao rumoroso caso em determinados órgãos de imprensa.
Os argumentos contra a reeleição são, no mínimo, pueris: uso da máquina do governo, continuísmo de grupos políticos ou oligarquias, quando sabemos que esses problemas também existiam antes e continuarão a existir sem reeleição, que precisam ser combatidos com melhorias na legislação e na fiscalização das eleições, com uma reforma política que consolide a fidelidade partidária, o financiamento público e o voto em lista. Aprove o fim dos suplentes de senador, a cláusula de barreira e o fim das coligações proporcionais. O Brasil não precisa do fim da reeleição, uma das poucas mudanças institucionais que deram certo nos últimos anos, não há nenhum argumento de peso que justifique tal medida, só o modismo. O pior da proposta é que ao propor prorrogação de mandatos, traz à tona de novo o factóide do terceiro mandato e do, aí sim, risco de continuísmo, espúrio e inconstitucional. A prorrogação de mandato é uma medida que jamais terá apoio na sociedade e só serve para desgastar o poder legislativo. Isso sem falar no risco que o fim da reeleição permite de um acordo Serra-Aécio para 2010 e 2014, abrindo a possibilidade de uma chapa Serra-Aécio. Realmente, não dá para entender porque o PT insiste nessa tese.
Palavra do Desabafo: Sempre fui contra a REELEIÇÃO como também contra o VOTO OBRIGATÓRIO. Sempre quem está no Poder tem vantagem para aqueles que não utilizam a máquina governamental. O Voto Obrigatório é um atraso. O Voto Facultativo é a oportunidade de politizar o povo brasileiro. Voto Obrigatório cheira a Curral Eleitoral.
Quastão do Equador - O Brasil está certo - Carta Capital
Midiacon |
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AFP |
AFP -
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Comentários
Inté,
Murilo
Ia esquecendo. Murilo, no Desabafo Brasil suas opiniões são respeitadas e publicadas. Um abração meu amigo.