

Joana D’Arck
Em seu comentário Escravidão Online Carmela Talento não poderia usar melhor exemplo do que o revolucionário Tempos Modernos, de Charle Chaplin, para comparar a realidade revelada na palestra da editora da Folha Online, Lígia Braslauskas, no sábado (20), assunto que merece ampla reflexão dos jornalistas.
Veja em números o resultado do trabalho na redação digital do grupo Folha, onde o compromisso com a notícia é a velocidade: somente a editora responde diariamente média mil e-mails de leitores reclamando dos erros e cada um da redação também recebe média de 200 solicitações de correções. O perfil da redação: os repórteres têm em média 25 anos e os editores 30, no máximo, mas a própria Lígia admite que ela e muitos já sentem dores na coluna, bursite etc, por conta do longo tempo trabalhando no computador.
E mais: não é obrigatório ter diploma de jornalista, porque a Folha acha que a notícia é coisa "pra quem sabe escrever", não precisa passar pelas faculdades de comunicação para adquirir técnica e conhecimento científico sobre a responsabilidade e a influência da comunicação e os princípios éticos para trabalhar com a notícia. Isso até rendeu um pequeno debate e Heloísa Sampaio relembrou dos tempos em que no jornal A Tarde entrava para a redação quem caísse nas graças de um chefe que “queria montar a espora” . Leia mais acessando o blog Mídia Baiana.
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