
Dossiês - Há chantagem corrente, no Brasil, de ameaçar usar dossiê contra inimigos. Com freqüência, se trata de uma farsa como aquela montada por Antônio Carlos Magalhães, no governo Itamar Franco, que vivia alardeando dispor de farta documentação provando corrupção na administração federal. O presidente convidou-o a ir ao Palácio do Planalto mostrar tal dossiê. E o recebeu, na presença de todos os repórteres ali credenciados o que o fez mostrar apenas recortes de jornais (de sua propriedade) contra adversários e sair, dali, com o rabo entre as pernas. Estava desfeita a farsa.
Chantagem da mídia - Revistas de picaretagem dizem que Marcos Valério “vai contar tudo”. E que vai comprometer o presidente da República. O que pode revelar? Por que não o fez agora? Por que a imprensa, tão empenhada em combater e caluniar o governo, não descobriu estas gravíssimas acusações? Por que são falsas, potoca pura. Vontade delas em que ninguém acredita. Inventaram o mensalão, pagas pelo megaguabiru das privatizações Daniel Dantas, para derrubar o governo, derrubar Lula e destruir o PT. Foram desmoralizadas pelo sufrágio popular. Por que ninguém acreditou em suas mentiras. Lustosa é jornalista do Diário do Nordeste.
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Comentários
Agora Lula quer regras mais rígidas para o uso dos cartões corporativos. A primeira delas deveria ser revelar quem gasta quase R$ 3,7 milhões no CPF 000.000.000-00. Tem assessor direto pagando despesa particular? Tem família ou quem não tem direito constitucional no meio da gastança? Por que não começa mostrando estas contas tão misteriosas? Por exemplo, quanto é gasto para manter sete carros e cerca de vinte pessoas em Florianópolis, para atender uma filha? Por que não usa soldados do exército que existem na cidade para este serviço? E por que filha tem que ter motorista particular e sete carros à disposição? Regra? Precisa é ter princípios, que as regras ficam fáceis de ajustar.
Vamos lá mostre que você é homem e não um menino mimado, mostre argumentos para a gastança com a filha do Lula. Estou ainda reunindo dados sobre a ONG Rede 13, que ela criou em Floripa junto com alquele churrasqueiro do dossiê.
Querem roubar e não querem que a mídia fiscalize. Agora, faz carinha de choro e começa a xingar.
Não sei se o Governo Federal está construindo algum imóvel em Santa Catarina, mas há anos os cartões corporativos da Presidência da República pagam despesas em lojas de material de construção por lá. Não sei se o Governo Federal compra alimentos para distribuir aos pobres da Grande Florianópolis, mas há anos os cartões corporativos da Presidência da República pagam contas de supermercado naquela aprazível região. Não sei se o Governo Federal patrocina algum projeto esportivo de alto rendimento na região, mas há anos os cartões corporativos da Presidência da República pagam compras em lojas esportivas masculinas catarinenses. Isto fora despesas de bazar, de livraria, de vidraçaria, de informática e os saques cash, muitos saques cash.
Mas isto não deve ser nenhum segredo para a Presidência da República, que é quem fornece e quem controla os cartões corporativos. Se eu que sou apenas um blogueiro abro o Portal Transparência e vejo tudo, imagina o gabinete do Lula, com tantas pessoas competentes e transparentes. Então, com toda a transparência, reproduzimos os nomes destes funcionários da Presidência da República que usam os seus cartões corporativos para comprar apenas em estabelecimentos de Santa Catarina, mais notadamente na Grande Florianópolis, como se o Governo Lula aqui tivesse algum escritório ou representação. São eles:
JOÃO ROBERTO FERNANDES JUNIOR - CPF 373.383.231-00
Lotado na Presidência da República
Gastos de maio a dezembro de 2007 = R$ 48.517,87
JADIR JOSÉ DUARTE - CPF 638.045.300-87
Lotado na Presidência da República
Gastos de janeiro a dezembro de 2006 = R$ 25.195,88
Gastos de maio a dezembro de 2005 - R$ 24.474,54
SÉRGIO JOSEMIR RODRIGUES CORREA - CPF 468.613.359-91
Lotado na Presidência da República
Gastos de janeiro a dezembro de 2004 - R$ 37.036,76
O que chama atenção nestes gastos, que somados chegam a R$ 135.225,05, é que repetem, basicamente, os mesmos fornecedores, ano após ano. A maioria da Grande Florianópolis. Supermercados. Vidraçarias. Lojas de materiais de construção. Postos de gasolina. Livrarias. Lojas de material esportivo. Bazares. Oficinas mecânicas. Como se estes cartões corporativos pagos com dinheiro público bancassem as despesas de um lar, de uma família numerosa, que, inclusive, poderia estar reformando ou construindo uma residência.
O Ministro Jorge Hage é quem está investigando os cartões corporativos, pois é o homem que manda da Controladoria Geral da União, CGU. Pergunta para ele:
Senhor Ministro, o quê, para quem e para quê, o funcionário da Presidência da República, Jorge Roberto Fernandes Júnior, fez cinco compras no mesmo dia 22 de agosto de 2008, na Ferromil, uma loja de materiais de construção de Florianópolis, totalizando R$ 3.400,00? Por que desdobrou a compra em cinco pagamentos, se foi feita no mesmo dia?
Ministro Paulo Bernardo, isto não é uma tapioca:
Para quem, para que e por que foram gastos R$ 135 mil com o cartão corporativo da Presidência da República, em Santa Catarina, nos últimos quatro anos, exclusivamente por funcionários lotados no gabinete presidencial? Que lei permite que o cartão corporativo da Presidência da República seja usado para fazer compras em supermercados, em lojas de decoração, em ferragens, em armarinhos, em casas de materiais de construção? A Presidência da República está construindo algum novo palácio em Florianópolis? Para onde foram as compras feitas com o dinheiro público, Ministro Paulo Bernardo?
Será que ela não outra que gasta com os cartões corporativos?