Lustosa da Costa comenta:
Cadeia nela - Por ser petista, negra e mulher, a ministra está nas manchetes porque, por engano, pagou conta de 461 reais no free shop, com cartão de crédito corporativo, engano que logo reparou. Tivesse feito bandalheira na venda de dezesseis teles, estaria canonizada. Paparicada por todas as colunistas de economia, respeitada pelos editorialistas.
Negro é na cadeia - Nos Estados Unidos, comparados aos brancos, hoje os negros ganham menos e ficam mais na prisão do que nos anos 60. Lá há muito mais negros nas prisões (847 mil) do que em faculdades, (530 mil).

Leia também:
McCain vence primárias na Flórida;
Giuliani deve deixar corrida

O senador John McCain venceu as primárias na Flórida nesta terça-feira, ganhando força na disputa pela candidatura republicana à Casa Branca. Após o resultado, o ex-prefeito de Nova York, Rudolph Giuliani, deve abandonar corrida e apoiar McCain. ...FOLHA.
PSOL lança Ivan Valente
para Prefeitura de São Paulo

De acordo com ele, partido deverá disputar prefeituras do Rio de Janeiro e de Porto Alegre. A Executiva Estadual do PSOL anunciou o nome do deputado federal Ivan Valente como pré-candidato à Prefeitura de São Paulo. O deputado, que define sua ...GLOBO.
GAZETA: Oi e BrT dão um
passo em direção à fusão

SÃO PAULO E RIO, 30 de janeiro de 2008 - A compra da Brasil Telecom pela Oi deu um passo à frente anteontem com a notificação oficial do negócio enviada ao Ministério das Comunicações pelas companhias telefônicas. Até agora, embora a negociação fosse ..GAZETA MERCANTIL.

Comentários

Anônimo disse…
Conversa pra boi dormir.


As determinações do Governo Lula, vindas da Casa Civil, para que sejam investigados cartões corporativos de ministros é a maior prova de que ninguém controlava coisa nenhuma. Aqui vai uma sugestão: chamem a Receita Federal para fazer o trabalho. É mole, é coisa de minutos. Não é a Super Receita que cavoca cada notinha da declaração de renda das ditas pessoas físicas, onde nós, pobres pagadores de contas deste governo perdulário, nos incluímos? Não é ela que fiscaliza todos os gastos de cartões de crédito acima de R$ 5 mil mensais? Não é ela que controla o tempo todo as nossas movimentações bancárias? Que negócio é este de CGU? Chamem os fiscais do Imposto de Renda, com o apoio da Polícia Federal, e não venham com conversa para boi dormir. O assunto é criminal, não é administrativo.
Anônimo disse…
Até tu, senhor Lustosa da Costa: então a ministra pagou com o cartão, no free shop, por engano?
Até onde vocês vão arranjar desculpas tão esfarrapadas?
Já deu para perceber que escrevem para bobos que caem nessa conversa fiada, mas no fundo, no fundo sabem que o que esses ministros estão fazendo é um escândalo. É ou não é? Se me disser que não é, então devo concluir que são todos da mesma laia: jornalistas chapas-brancas, petistas e o povo, bobo, que acredita nessa papagaiada.
Anônimo disse…
Daniel,

Não resisti e quando me falaram que teu Blog estava fazendo a defesa do crime de apropriação indébita e uso indevido de recursos públicos cometidos pela ministra
Matilde
– recém questionada pelo Ministério Público, pela prática de crime de racismo[ portanto, portadora de uma folha corrida, penal, digna de uma ministra do (des)governo Lula.] resolvi conferir e me manifestar.
A ministra Matilde cometeu um {talvez vários} crime e deve ser processada, julgada e se condenada presa.
Isso independentemente da cor, opção política e sexo.


Estou fazendo nova postagem – o POST é pertinente – da matéria que esclarece o conluio OI/TELEMAR x GAMECORPS.
Pelo que é dito no teu POST o chefão Lula já fez a opção diante do dilema ético e moral tão bem exposto no artigo abaixo.



OI/TELEMAR x GAMECORP x Lurian x Lulinha
Perguntas ao telefone

Nobres propósitos podem jogar o brasileiro nos braços de um novo monopólio


Ugo Braga

Leio com certo espanto o noticiário acerca da compra da Brasil Telecom pela Oi/Telemar, cada vez mais iminente, pelo que se diz.
Saltam do caso questões urgentes, interrogações profundas, de naturezas ética, moral e política. Não se engane, meu caro leitor, temos aqui algo bem maior que mero episódio empresarial. Nas negociações entabuladas dentro de gabinetes trancados a ferro, molda-se toda a relação de um grupo político-partidário com o exercício do poder e com as coisas do Estado. O dia-a-dia do cidadão comum tem tudo a ver com isso.

Antes de erguer o argumento, joguemos um pouco de luz sobre os fatos.

A Oi/Telemar, sabemos todos, pertence à sociedade formada entre a empreiteira Andrade Gutierrez e o grupo La Fonte, do ramo de shopping centers.

À guisa de aproximação com o governo, essa associação engendrou o artifício de injetar milhões de reais na firma de joguinhos de computador pertencente ao filho do presidente da República. Não era uma relação empresarial óbvia e rentável.

Do ponto de vista institucional, a Andrade Gutierrez é talvez a empresa mais próxima de Luiz Inácio Lula da Silva.
Em 1990, depois de se ver covarde e involuntariamente envolvida na campanha presidencial do ano anterior, uma filha de Lula foi abrigada num belo apartamento em Paris. Passou seis meses justamente protegida da curiosidade alheia, algo sempre prejudicial à adolescente que era então. O imóvel pertencia a Marília, prima de Sérgio Andrade, dono da construtora.

Os anos passaram e a empreiteira tornou-se a maior financiadora da vitoriosa campanha reeleitoral de Lula.
Em 2006, doou R$ 6,2 milhões ao PT. E outro R$ 1,2 milhão ao comitê eleitoral.

Paralelamente…
O mercado brasileiro de telecomunicações transfigurou-se ao longo da década passada. Era montado sobre monopólios estatais — estaduais no mercado de discagem direta, e nacional, no de longa distância. O serviço era caro, ruim e escasso. Reestruturado, ergueu-se sobre o pilar da competição privada. Melhorou, barateou e universalizou-se.

Para proteger o novo ambiente competitivo, o país construiu um manancial regulatório, banhado pela Lei Geral de Telecomunicações. Criaram-se impedimentos para que empresas estabelecidas impusessem barreiras às entrantes. E também para que um mesmo grupo controlasse mais de uma operadora, ainda que em regiões distintas.

Pois muito bem, para que a Oi/Telemar compre a Brasil Telecom é preciso que se mude parte do regulamento protetor do ambiente competitivo.
O que se faz por meio de decreto presidencial.
Luiz Inácio Lula da Silva tem diante de si, portanto, o dilema ético e moral de patrocinar um ato de ofício em benefício da empresa que abrigou uma filha sua numa hora difícil e tornou milionário outro seu filho, além de financiar sua própria campanha eleitoral.

Dado que o governo não só apóia como articula para viabilizar o negócio — financiando-lhe com recursos do BNDES e influenciando os fundos de pensão controladores do lado vendedor —, é possível que o presidente Lula se julgue desimpedido e acabe pondo sua assinatura embaixo do decreto.
Quando o fizer, evocará o bem-estar da população.
Professará sua crença na necessidade da criação de uma grande empresa brasileira, capaz de brigar com os gigantes internacionais de telecomunicações. Note que, sob o lustre oratório de nobres propósitos, se estará jogando o brasileiro ao domínio de um novo e grande monopólio privado. Talvez seja algo até pior que a antiga versão estatal.

Institucionalmente…
Mas a parte que realmente me interessa desse assunto é a da grande política. Porque o episódio configura no Brasil algo que alguns estudiosos chamam de “capitalismo de compadrio”. É um tipo de sistema bastante rudimentar, no qual as ações do Estado privilegiam agências privadas próximas da estrutura político-partidária no poder.

Em sua vasta obra, o pensador italiano Norberto Bobbio formulou análises centradas em duas questões básicas: quem governa e como governa. Segundo ele, quando o governante não tem ou não consegue aplicar políticas de interesse público, ocorre uma aliança da alta burocracia com agentes privados, no intuito de se apropriar das três funções básicas do governo — arrecadar, normatizar e coagir. Bobbio não seria mais preciso se descrevesse o caso em tela.

Indivíduo ou partido nenhum é capaz de se relacionar igualmente com todos os cidadãos ou empresas de seu universo. Daí, resta claro que o compadrio, gerado pela ausência de políticas de interesse público, não só é injusto. Dissemina incertezas, custos e outras vilezas prejudicais à civilização.

www.blogdaunr.blogspot.com
Anônimo disse…
Cartão corporativo:gasto milionário do CEFET de Santa Catarina.


Já que a CGU está investigando os cartões corporativos do Governo Lula, poderia verificar porque o CEFET de Santa Catarina, que atua exclusivamente dentro de um dos menores estados brasileiros, gastou R$ 217 mil em 2007. Como é que um CEFET pode gastar quatro vezes mais do que a Universidade Federal de Santa Catarina, que tem atuação nacional?
Blog da UNIR disse:
"Daniel, teu Blog estava fazendo a defesa do crime de apropriação indébita..."

O blog não fez nenhuma defesa. Vc desejar CONDENAR UMA PESSOA por ser NEGRA? Sua postura seria de RACISMO? A Ministra Matilde tem todo direito de defesa, coisa que a Rede Globo e Companhia do Golpismo não fazem.
Anônimo disse…
Daniel a tua paciência já passou de todos os limites aceitáveis,estes bando de degenerados,que vêm aqui só para xingar e atacar o Presidente Lula e seu govêrno,se eu fosse vc os mandaria ir para os quintos do inferno,que é lá o lugar de anônimos mentirosos,mal amados e que não tem o que fazer,e só sabem azucrinar,não são loucos não !são é senvergonhas e etc...
Anônimo disse…
Viram agora no JN sobre os cartões corporativos?
Pois é.
Daniel, se você não defende, também não denuncia. Por quê?
Anônimo disse…
Daniel,

apesar das tuas posições tenho certeza que vc é inteligente o bastante para saber que te é possível alegar que não concorda com determinado comentário, mas por uma questão de defesa da LIBERDADE DE EXPRESSÃO você mantém o mesmo no 'campo' COMENTÁRIOS;

Mas, no momento em que você POSTA ALGO - não no 'campo' COMENTÁRIOS e sim emite um POST, aquele assunto passou a ser a TUA POSIÇÃO, a POSIÇÃO DO TEU BLOG.

Não há jeito de fugir a isso. Tanto que quando você postou os absurdos gerados pelo Lustosa, você os endossou.

Quanto a condenação da ministra Matilde ela cometeu um crime, ou vários - as investigações se conduzidas pelo Ministério Público/Polícia Federal comprovariam isso - e portanto DEVE SER CONDENADA e PRESA.

Quanto ao assunto racismo o comentário é claro, inclusive com destaque em negrito, quanto ao que o Blog da UNR e eu pensamos sobre o assunto.

Cézar Henrique

www.blogdaunr.blogspot.com